Guerra nos Buffets

 

 

 

Eu adoro ir a buffets, mas tenho um problema com eles que é: Nunca saber quando parar.
Não sei se é de mim só, mas se pago o mesmo quero sempre comer imenso! E o problema é que é muito complicado saber quanto posso comer porque os estudos indicam que a “mensagem” para parar de comer demora 20 minutos a ser formada e a chegar ao cérebro. 20 minutos? Mas é algum estagiário a escrevê-la que não faz ideia o que tem de dizer?
“Chefe, desculpe, portanto ele está a ficar cheio e não pode comer mais, é isso que digo ao cérebro? Mas é por powerpoint ou meto uma carta aqui nalguma veia e ela eventualmente chega lá?”.

Irrita-me um bocado que o meu organismo demore tanto tempo a enviar uma mensagem dessas porque geralmente quando a mensagem chega já eu desapertei o último botão das calças, meti a barriga de fora, o palito nos dentes e estou a suspirar e a ficar enjoado com o que as pessoas na mesa ao lado estão a comer.

Daí as pessoas irem normalmente a restaurantes normais, assim pagamos por um prato e é o cozinheiro que nos mete lá a quantidade que devemos comer. A não ser num restaurante fino, assim a quantidade que está no prato assemelha-se ao que devemos comer de entrada.

Nos buffets há muitos acompanhamentos e entradas, se te vais encher com 4 pães, 5kg de massa e 3 de arroz, onde é que vais ter espaço para o resto?
Não podes sofrer com a pressão, se estiveres a encher o prato com bifes ou marisco, vais ter sempre à tua volta os olhares das pessoas que queriam estar no teu lugar. A ideia é ignorar esses olhares invejosos e continuares a
encher o prato como se não fosse nada contigo.
Mas também não é preciso seres um filho da mãe, se tiveres 4 salsichas no buffet e tiveres outra pessoa ao pé de ti que também as quer, metes 3 no teu prato e deixas a mais pequena para essa pessoa.

Estou a brincar, claro! Mas eu defendo que os buffets são uma espécie de arena de guerra. Ou vais para socializar e experimentar um pouco de tudo ou então vais para empurrar as pessoas para dentro dos vegetais enquanto enches o prato com tudo o resto.

De qualquer das formas, não nos podemos deixar enganar porque todos querem pagar pouco e comer à fartazana e a comida é limitada.
Por isso ou somos os espertos que ficamos cheios ou os perdedores que chegam a casa e têm de comer uma torrada para aconchegar o estômago.

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Galliano e a sua “defesa”

Eu nunca percebi certas coisas nos advogados de defesa. Quando uma pessoa é culpada injustamente, é perfeitamente legítimo que tenha defesa, sim. Mas e em casos destes? Estamos em crise e as pessoas agarram o trabalho todo, ok. Os advogados querem mostrar-se competentes para futuros casos, ok. Mas a verdade é que, na minha opinião, não é ok.
O que fazem os advogados de defesa das pessoas que são presas por homicídio? “O meu cliente, a nível psicológico não está muito bem, estão visiveis sinais de ele estar maluco!”.
Jura? Mas é claro que só pode ser maluco para fazer uma coisa dessas! Isso tem defesa? Se admitir que de facto é maluco pode safar-se ou pagar menos para se livrar da cadeia? E como ficam os advogados de defesa depois disso? “Ui, que belo trabalho que eu fiz ao livrar da cadeia um gajo que merecia ir lá parar!”
Em relação ao caso do Galliano, ele foi racista, disse coisas lamentáveis e como vai agora ser defendido pelo advogado? Este vai apelar à dependência de drogas e álcool. Mas que raio de defesa é essa? Juridicamente se calhar pode funcionar, a sério que eu entendo isso. Mas e como é que ele fica no meio disso? Como é que as pessoas se deixam ir nisto? A defesa é quase pior do que aquilo que ele fez!
Resumindo, é isto que acontece:
“Eu, de facto, fui bastante racista. Mas, em minha defesa, sou um bêbado e um drogado”.

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O Carnavau de Portugau

Eu sei que estou a ir contra a maior parte das pessoas mas vou ter de dizer isto:
*Ganhar coragem*
*Inspirar fundo*
Eu não gosto do Carnaval.
Mas há motivos para isso e passo a explicar!

Eu gostava de ver o Carnaval Brasileiro quando era miúdo, não só porque tinha uma semana de férias, mas porque era das únicas vezes que se conseguia ver na Televisão mulheres nuas e ninguém dizia nada porque era assumido como arte e cultura! Compreendem seguramente a nossa felicidade nessa altura.
Mas a verdade é que não era só isso, havia alguma coisa de mágico nos desfiles brasileiros no Carnaval.
Muitos países comemoram o Carnaval em alturas diferentes, nós temos na mesma altura que no nosso país irmão e eu na verdade acho isso bonito e mostra que somos dois países unidos. E eu gosto dessas mariquices! Mas Portugal foi enganado brutalmente, parece um homem bêbado a engatar um travesti.
É que no Brasil justifica-se aquela coisa toda na rua porque é Verão e está calor!! Porque é que nós fazemos o mesmo que eles com este frio todo?

Carnaval devia mudar o nome para Cánãovale.
Eu compreendo que seja uma altura para descomprimir do estado do país e divertir um pouco com amigos. Tudo bem. Mas toda a gente se pode divertir com amigos a qualquer altura do ano!
E não é necessário imitar os brasileiros. Eles têm lá a tradição deles, nós aqui não temos calor nem sabemos sambar.
Porque o que custa mais é ver a diferença entre o Carnaval brasileiro e alguma das imitações cá em Portugal.
É quase como olhar para um palácio majestoso e depois olhar para uma daquelas casas de banho portáteis.
Temos por um lado milhares de pessoas em desfiles, num enorme espectáculo de brilho, luzes, cor e movimento. Carros alegóricos de proporções épicas. Pessoas que dançam Samba (e sabem). Por outro lado temos a imitação cá em Portugal. Algumas pessoas a desfilar com alguns carros à mistura atrelados num tractor, temperaturas frias e pessoas de trajes mínimos a dançar. Querem festejar o Carnaval cá, festejem de uma forma original e não a sambar em cuecas.

Outro dos problemas é que o Carnaval está muito mal frequentado.
É a questão do: Ah É Carnaval ninguém leva a mal!
Se me atiram com dois balões de água que me acertam em cheio num dia frio ou se me atiram com ovos podres.. se calhar levo um bocado a mal.
Porque raio se desperdiça tanto dinheiro em ovos e farinha e em vez de se fazer uns bolinhos para todos, são atirados para outras pessoas? Quem pode ver diversão nisto?

É que o Carnaval está para as pessoas estúpidas como o bar-aberto para os bêbados. Sabem que podem abusar porque têm uma desculpa.

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Mestre Sila

Quem é o Mestre Sila? Perguntam vocês e muito bem.
É um “Astrólogo Medium Africano”. Ainda bem que é medium, porque se fosse avançado ainda vinha parar ao Sporting.
Acho importante no folheto (que é como quem diz, um pedaço de papel pequeno) realçar na descrição a parte do “africano”, porque quando vi a foto dele fiquei um bocado indeciso se ele era africano ou sueco.

Como é que ele se descreve?
“Grande cientista espiritualista”.
Realço o adjectivo “grande”. Notem que ele não é apenas um razoávelzinho cientista espiritualista.
É de famílias ricas. O que faz sentido porque nas famílias ricas são raras as pessoas que vão para advogados ou gestores. Geralmente vão sempre para astrólogos.
A familia dele tem conhecimentos de magia negra e branca. Se os caucasianos achavam que não podiam ser curados, estão enganados. Também podem.

A grande vantagem do Mestre Sila é que trata de várias coisas, que passo a citar:
“Trata de amor, doenças físicas e espirituais, negócios, impotência sexual, justiça inveja, maus-olhados, vícios de droga, tabaco e álcool, homens e mulheres fugitivos dos seus pares.”
Achavam isto suficiente? Mas não, ele tem um talento que não conhece limites.
“Lê a sorte da previsão de vida e futuro”
O que é que isto quer dizer ao certo? Nem ele sabe muito bem. Mas é compreensível, ele passou tantos anos a estudar aquelas coisas todas, que nem teve tempo para ir às aulas de gramática.

Também refere que:
“Aconselha para não deixar os seus problema, tais como dificuldades económicas e instabilidade no amor das quais fazer sofrer muito”.
Isto é o que eu não percebo nos astrólogos. Já a Maya não previu que ninguém a queria ver nua. E agora o Mestre Sila também não previu que se calhar devia ir aprender a escrever algumas coisas.

Por fim ele menciona aquilo que mais me preocupava, ele de facto trata os assuntos com o maior sigilo.
O que é excelente, porque uma coisa é descobrirem que andamos a falar com alguém devido a impotência sexual. Outra coisa é descobrirem que andamos a falar de impotência sexual com o Mestre Sila.

Se estiverem preocupados que isto seja tudo uma mentira, não se preocupem. O Mestre Sila tem 24 anos de experiência! Se ele está nisto há 24 anos e continua a fazer publicidade, em vez de ter uma barraquinha discreta onde chama as pessoas quando passam por lá… é óptimo sinal!

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O nome mais aguardado de sempre.. nesta semana.

Ora. Não vai ser fácil fazer este post mas tem de ser feito.
Toda a gente sabe que a Luciana e o Yannick andaram a fazer amor e agora o filho nasceu. Perfeitamente legítimo.
Mas depois há coisas que não podem passar incólumes e o que fizeram à filha é lamentável. Desde sempre disseram que iam juntar os nomes deles. Enquanto todos esperavam um: Lucyannick, um Lucyaló, um Yaniana ou um Yanibreu, ou quem sabe algo do género de DjalóBela… não aconteceu nada disto.
O nome escolhido foi: Lyonce Viiktórya.

Porquê, perguntam vocês?
Eles explicam.
“Lyonce da fusão de Luciana e Yannick”. Expliquem-me como raio isto é uma fusão?
Exemplo: Gogeta.
Gogeta vem de Goku e Vegeta. Percebem agora como isto é feito?
Não tenham já mais filhos que ainda têm muito trabalho para fazer antes disso.
Lyonce era se quisessem fundir as vossas iniciais e o nome da Beyonce, ok?

“Viiktórya pelo nosso amor ter triunfado e ter vencido todos os obstáculos”
A primeira questão que me vem á cabeça é:
Eu ainda não percebi muito bem isto.. mas isto não está ao abrigo do novo acordo ortográfico, pois não?
A não ser que se faça um acordo com a Ucrânia ou com a Roménia.
E depois, isso é tudo muito giro. Mas ainda bem que não levaram isso demasiado a sério, porque se não a moça ainda se chamava: Lyonce Viiktórya Durex Renova Bisturi.
Imagino ela a explicar: Durex porque a primeira marca de preservativo que usámos foi Durex e foi um momento especial, Renova porque lá na nossa primeira casa que comprámos em conjunto com o nosso amor usamos sempre papel higiénico da Renova e Bisturi porque sem um Bisturi eu não tinha estas maminhas maiores que eu.

Mas não foi só isto que escreveram:
“Estamos a escrever este Diário junto da nossa princesinha que está embalada no sono”
Ah pois, à traição! Ela a dormir descansadamente, mal sabe que está a ser chamada de Lyonce.

“Graças à Dra. Maria João Garcia, eu pude cortar o cordão umbilical da minha filha e o Yannick pôde ajudar no parto. A Dra. tirou a cabecinha da Lyonce Viiktórya e o Yannick tirou o corpinho dela do meu ventre e ambos a puseram em cima de mim. Temos tudo registado com fotografias e vamos poder um dia partilhar com vocês.”
Luciana. Eu estou muito contente por ti, também. Mas vou-te ser sincero. A última coisa que eu quero ver, possivelmente na minha vida, são fotos desse parto, ok?
Quanto ao Yannick, se o Sporting tiver em apuros basta vendê-lo ali ao Amadora Sintra para trabalhar como parteiro.

“A vovó Bia (…) numa foto, ela está a fazer força comigo, parece que ela é que vai ter o bebé”
Oh Luciana, no mínimo, e já que não foi ela, devias ter pedido à Dona Bia ajuda no nome, não é? Aposto que assim a miúda se chamava apenas Maria Cristina ou Ana Silva.

Esta vai ser aquela miúda que já começa a vida com um nome artístico… depois quando entrar no mundo do espetáculo tem é de arranjar um nome normal.

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O nome dela tem pontinhos em cima do u, que fina!

Um dos casos mais chocantes desta semana foi, obviamente, as fotos que apareceram da Gisele Bundchen a trocar de roupa dentro de um carro, onde aparecia semi-nua.
Vou fazer uma pequena cronologia dos eventos:
- Gisele Bundchen troca de roupa num carro com as portas todas escancaradas.
- Um (abençoado) fotógrafo tirou algumas fotos, através das quais se viam coisas bastante interessantes.
- A assessoria dela lança um comunicado a dizer que está revoltada com a publicação deste tipo de fotografias.
Eu, pessoalmente, sou dos maiores fãs da Gisele Bundchen mas também sou fã do pensar antes de fazer alguma coisa e neste caso existe uma grande dissonância entre ambas.
Então a suposta modelo mais conhecida e mais bem paga do mundo acha que pode mudar de roupa dentro de um carro com as portas abertas e esperar que não aconteça nada?
Quer dizer.. Por mim, ela até podia mudar de roupa no comboio ou no autocarro, ou na fila do supermercado.
Diz-se que o trabalho de modelo exige que as modelos muitas vezes mudem de roupa rapidamente em todo o sitio. Tudo bem, mas os carros têm portas por alguma razão.
As pessoas têm de ter cuidado onde se metem. Eu tenho uma vida própria. Mas, se por acaso não tivesse, andava todos os dias a tirar fotos a modelos que mudassem de roupa dentro de um carro.

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Pseudo-Crónica #11 A primeira vez custa sempre

Ando sem muito tempo.
Isto deve-se a um ponto, que é este: .
Já estavam com saudades de uma boa piada, confessem lá!
A verdade é que entrei no mercado de trabalho. É bastante complicado o choque de passar de estudos/férias para trabalho/trabalho. É um choque positivo porque, a verdade, é que é isso que é suposto ser a vida, faz parte da evolução.
É muito bom conseguir entrar assim e estar tudo a correr bem, uma vez que ultimamente só se fala em crises. Quem diz ultimamente diz nos últimos 5 anos, mas pronto. Ao queixarem-se tanto disso, algum dia iria acontecer.
Voltando ao assunto, é bom ter entrado, estar tudo a correr bem, estar a fazer uma coisa que eu gosto. No entanto, para mim, existe um problema crítico: Acordar cedo tira-me do sério.
A minha estratégia é: trabalhar fortemente durante imensos anos até chegar a patrão e depois, como primeira medida, decidir que apenas se entra horas mais tarde. É para isso que dou sempre o meu melhor. Para, no futuro, poder acordar poucas horas mais tarde!
É importante realçar os nervos do primeiro dia de trabalho. Eu ainda por cima cheguei 1 hora mais cedo, o que é que se faz uma hora mais cedo num sítio que não se conhece antes de se começar a trabalhar pela primeira vez? Fica-se com mais nervos ainda!
Até que finalmente chega a hora de entrar no trabalho (nunca pensei dizer isto) e pronto, é uma vida nova que está a começar. E a verdade é que não tem nada que saber, basta empenho e constante aprendizagem e corre tudo bem.
Pensamos sempre que no primeiro dia, o chefe nos pede alguma coisa que nós não conseguimos fazer e somos logo despedidos. Mas não é que fiz bastante bem o que ele me pediu e não fui despedido?
Se eu soubesse que seria assim não teria estado nervoso na semana que antecedeu isto.
Isto já para não falar na entrevista, sentia-me como um jogador de futebol a ser entrevistado.
- Então e acha-se competente para esta função com tantos concorrentes?
- Penso que sim, o adversário é muito complicado, mas nós temos treinado e penso que estamos preparados para isto. É óbvio que tens que treinar, percebes? Se não, não chegas a lado nenhum.

Depois temos as viagens de transporte. Ir para o emprego de manhã é capaz de ser das coisas mais maçadoras de que há memória. Não só porque estou com tanto sono que não sei se fique com os olhos abertos, ou se aposto no descalabro e os feche andando por lá aos caídos, contando com a boa vontade das pessoas em carregarem-me nos braços. É algo que tenho que ponderar ainda.
No comboio está tudo cheio, não só não temos lugares sentados como ainda por cima é uma guerra apenas para entrar no comboio. É como se entrar no comboio fosse um moche de um concerto de uma banda heavy metal.
E depois aquilo está completamente cheio e estão todos colados uns aos outros sem se conseguir mexer.
Mais ou menos como nas discotecas.
É interessante quando estamos colados atrás de uma morena, mas já é menos interessante quando temos colado mesmo atrás de nós um africano enorme. Já me aconteceu ambos. Não tenho nada contra africanos enormes, note-se. Mas para a próxima, preferia tê-o ao meu lado, se fosse possível.

A viagem de regresso faz-se bem. A consciência fica limpa e temos noção em como fizemos mais um dia de trabalho e estamos a contribuir para o melhor funcionamento do país. Pode ser impressão minha, mas desde que estou a trabalhar noto que o país está um bocado melhor.
Mas sim, deve ser impressão minha.

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Pseudo-Crónica #10 Conhecimentos fundamentais na nossa vida

Conclusões que se tiram ao ler a Tv7dias:

-As pessoas que chegam a fase finais de concursos tiveram sempre uma vida miserável.
-Os concorrentes de qualquer programa, mesmo que não sejam finalistas tiveram sempre histórias de vida dramáticas que enchem páginas.
-Uma pessoa é famosa e dá autógrafos por ser o primeiro concorrente expulso de um programa.
-O Francisco Mendes é uma pessoa fundamental na nossa sociedade e como tal tem direito a 4 páginas sobre o dia-a-dia dele. Desde almoço, passando por maquilhagem e escolha da roupa, foi um dia em cheio! Valeu a pena ser reportado.
-Existem histórias fantásticas para contar sobre os bastidores das novelas.
-Se os famosos vão dançar a uma festa, é uma noticia excelente que tem de ser aproveitada.
-Tânia Miller. Lembram-se quem é? Não se preocupem que eu também não. Mas ficam a saber que era uma das residentes mais famosas do Big Brother 4 e como é óbvio deu uma entrevista à revista.
-Numas páginas existe uma rubrica de um senhor, cuja profissão é ser coscuvilheiro e que sabe imensas coisas sobre Portugal. Destes conhecimentos destaco: Quaresma e Manuel Fernandes almoçaram juntos. Liliana Campos vibrou com as músicas dos Guns and Roses. Bárbara Elias foi ao IKEA. Luís Jardim andava pelo Dolce Vita Tejo à procura de um sítio para comer.
-Os passatempos são acompanhados com uma foto de uma mulher semi-nua.. porque supostamente deve ser mais fácil fazer palavras-cruzadas assim.
-Os leitores podem enviar correio também e fazer pedidos, desde “Como enviar correio ao Mourinho” até “Quero um poster da actriz asiática dos Morangos” lê-se de tudo!
-Qualquer notícia veiculada na imprensa é verdadeira, mesmo que não seja confirmada pelos envolvidos.
-O exclusivo que a revista conseguiu, e que está obviamente de parabéns com isso, foi: Descobrir um dos segredos de um dos participantes do programa da TVI.

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Pseudo-Crónica #9 Um mundial de desapontamento

Como apaixonado por futebol, fiquei extremamente desapontado com este mundial.
Em primeiro lugar foram as vuvuzelas, arruinaram o mundial para a maior parte dos espectadores presentes na África do Sul (exceptuando os que já são de lá por fazer parte da tradição deles, claro. Espero não ouvir mais portugueses a queixarem-se das nossas tradições agora.) e como se não bastasse isso, a Galp achou que era boa ideia matar o futebol em Portugal também.

Outro factor de desprezo para este mundial foram as arbitragens. Eu nem quero referir que Portugal perdeu com um golo em fora-de-jogo (apesar de o ter acabado de fazer), não que Portugal tivesse ganho se não fosse esse golo, até porque só fomos lá para lixar a vida aos jogadores norte-coreanos.. mas ainda assim, sou totalmente a favor da utilização de tecnologias no futebol.
Especialmente sendo o futebol uma actividade que movimenta milhões, podiam desperdiçar um bocado desse orçamento para ir à Fnac comprar umas máquinas para auxiliar os árbitros.
Aposto que até tinham desconto no cartão Fnac, e podiam comprar um livro de ética e bons costumes para oferecer ao Moutinho.

Depois, acho incompreensível como é que toda a gente trata um polvo como deus, não sei se há coisa mais irritante do que ouvir diariamente o que é que um polvo acha sobre os resultados. Eu também adivinhei a maior parte dos vencedores, mesmo sem me darem comida. Mas ninguém me liga nenhuma, porque não sou nenhum polvo.
Ao mesmo tempo há que dar mérito a ele, estava quase na panela e lá arranjou um esquema para ficar um herói antes.
(Nota mental: arranjar um esquema para mim também)

Para terminar, eu não sei se é da chegada do Verão ou se há alguma coisa especial nos africanos, mas o que se passa com as mulheres neste mundial?
A Larissa Riquelme, que para quem não sabe é a moça paraguaia com o telemóvel entre as mamas enormes, dia sim dia não ou despia-se ou prometia que se despia. A derradeira proposta foi prometer posar nua se o paraguai passasse contra a espanha.
Não passou, mas Larissa Riquelme, num acto de enorme patriotismo (e ainda de maior cachet) posou na mesma para honrar o esforço dos paraguaios. Acho que o Cardozo, por ter falhado o penalty que podia dar a vitória ao paraguai, devia andar com uma venda nos olhos durante o tempo de circulação da revista para não poder ver nada.
De resto uma actriz porno holandesa prometeu sexo oral a todos os seguidores se a Holanda vencesse a final contra a Espanha. Será que sou o único a notar um padrão contra a Espanha? Que para fazer pirraça, venceu os jogos todos. Basicamente serviu de mantinha para tapar as mulheres. Cambada de pudicos!

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Pseudo-Crónica #8 Enxame de abelhas com pouco mel a matar o futebol

Pseudo-Crónica #8 Enxame de abelhas com pouco mel a matar o futebol!

Quem não ouviu a palavra vuvuzela que atire a primeira pedra!
E eu sinto-me como os Nickelback quando cá vieram.
É inacreditável como é que esta corneta entrou no vocabulário de todos, arrisco a dizer que já está no top 3 de pesquisas no Google, logo a seguir a Cristiano Ronaldo e mulheres nuas, respectivamente.

Lembro-me da Taça das Confederações Africanas em 2009. A vuvuzela tornava impossível ver os jogos, ninguém suportava aquilo já! E o que é que nós fizemos para combater isso?
Exactamente. Trouxemos a vuvuzela para cá!
Eu ainda tentava compreender se me dissessem: Ah agora temos as vuvuzelas em Portugal, mas mandámos o jet set para lá.
Infelizmente, não foi isso que aconteceu!

Nos estádios há jogos em que nem garrafas de água podemos levar, mas aposto que agora todas as vuvuzelas vão entrar! É o objecto de sonho dos arruaceiros, não só nos chateiam o jogo inteiro a tocar aquilo, como ainda a podem usar para dar porrada nos adeptos adversários.
Esperemos que não seja assim!
Estou a ver os seguranças à entrada a perguntar:
- O senhor vai levar a vuvuzela para tocar nela ou para dar com ela nos adversários?
- Oh senhor guarda, para tocar nela claro!
- Então lamento, mas vou ter de confiscá-la.

Recentemente houve estudos que concluíram que as vuvuzelas podem causar problemas de audição.
É verdade. Houve estudos para isto.
E aposto que foi longo e caro, quando na verdade o relatório podia ter sido apenas:
Estudo) Vuvuzelas podem causar problemas?
Conclusão) Vuvuzelas causam problemas de audição!
Argumento que explica essa conclusão) Visualização de meio jogo durante o mundial.

Eu desconfio que a Galp tem uma parceria com alguma empresa que fabrica aparelhos auditivos, não vejo outro motivo para nos estarem a fazer isto.
Eu até compreendia que os consumidores da Galp importassem vuvuzelas e vendessem à Galp como protesto dos preços altos mas nada fazia prever que isto acontecesse ao contrário.
Ainda assim, já estão esgotadas.
Propunha que a BP, para fazer concorrência à Galp, metesse à venda AVC’s a um euro. Íamos ver quem ia sofrer mais assim!

Outro assunto importante em relação a isto são os anúncios. Já não era agradável estar a ver algum programa e levar com 15m de anúncios, pior que isso, é levar com 15 minutos de anúncios e 14 minutos e 30 segundos de anúncios de vuvuzelas.
Anúncio esses que são estranhos, nomeadamente aqueles em que está o Nani, o Simão e o outro senhor sul-africano. O simão e o Nani falam português e o outro senhor responde em inglês.
Isso ainda é mais estranho do que quando, no final dos jogos, entrevistam um espanhol e falam com ele em Português.
O Nani ter abandonado a selecção foi a maldição da vuvuzela. Vamos ver qual é o problema que vai acontecer ao Simão agora. Se calhar ainda vai deixar de fazer anúncios ao Macdonalds para passar a fazer ao Burger’s King!

Toda a gente mandava bocas quando tínhamos as bandeiras na janela, quem é que se está a rir agora?
Eu acho que ficámos enjoados do patriotismo. Só explica que este ano a música oficial de Portugal seja de uma banda americana e que o nosso símbolo seja uma vuvuzela.
As bandeiras tinham fogueteiros, mas pelo menos estavam caladinhas.

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Pseudo-Crónica #7 Desde fado ao rock in sítio que não é no rio nem perto do rio

Pseudo-Crónica #7 Desde fado ao rock in sítio que não é no rio nem perto do rio

Fui ao Rock in Rio no outro dia ver Muse e vou, desde já, comentar alguns aspectos que podem não ser muito interessantes, mas que quero partilhar com vocês!

Já no local, à saída do metro estavam a dar panfletos de publicidade e logo a seguir havia imensos caixotes do lixo.. não estavam à espera de milagres não?
O segredo é dar a publicidade depois dos caixotes do lixo e esperar que a consciência ambiental das pessoas faça o resto!
O que fizeram é o mesmo que dar cigarros a incendiários e fazê-los passar por uma floresta.

Desta vez, à entrada, havia uma mulher policia. Nem me tocou. Sempre que são homens apalpam-me sem escapar nenhum sitio.
Fui com uma pessoa que levou uma mochila, que apenas foi aberta e vista rapidamente. Por acaso acho que ela não fazia questão, mas podia ter levado bombas e armas que não havia problema nenhum!

Depois entrámos e apareceram os Fonzie. Podia ser pior, de facto. E há que realçar que eles até se esforçaram, mas quem estava à espera de Sum 41 levar com aquilo não foi das melhores coisas.
É como trocar um jogo de futebol por uma aula de história. Ou um pastel de belém por um pastel de nata da pastelaria do zé tó manel.
Podia ser pior, ao menos não levámos com os 4 taste nem com a Floribella. Dou mérito à organização do Rock in Rio por isso.

Gosto das pessoas a combinar coisas:
“Estamos aqui perto do palco ao pé de umas árvores!”
Seguramente que a outra pessoa não se importa de ir fazer uma ronda pelas imensas árvores que existem ao pé do palco.
É que as pessoas esperam milagres.
- Estou aqui no meio das milhares de pessoas em frente ao palco mesmo!
- AH! Já podias ter dito, vou agora aí ter!
Isto é algo que nunca vai acontecer ok? Querem encontrar-se vão ter a algum sitio fora do montoado de gente onde possam combinar melhor.

De resto, existe uma luta épica entre marcas para ver quem tem mais atenção. Uma espécie de luta entre gladiadores no antigo coliseu, mas algo mais amaricado. Aqui em vez de sangue e tripas temos um slide da pepsi, sofás da vodafone, desfiles do el corte inglês e guitarras do millenium.
Eu acho óptimo isso tudo, mas paguei na mesma 60 euros pelo bilhete. Se a pepsi me desse um jeitinho no preço do bilhete, eu até era capaz de beber só pepsi durante um mê.. uns dias!

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Pseudo-Crónica #6 S.S.

Durante 2 semanas não se falou de outra coisa, 453632746 mil notícias sobre a vinda do Papa a Portugal. Quando se foi embora, não se falou mais nisso.
Queria fazer um ou dois comentários sobre a visita dele.
Sei que já não é dos temas mais recentes mas como já não há 5 mil noticias diárias nos media, sinto que já posso falar sobre isto mais à vontade.
Eu sou agnóstico, respeito os dois lados, esta pseudo-crónica limita-se a ser uma tentativa de comentário de humor. Será escusado dizer que não pretende ofender ninguém.

Sabem aqueles miúdos que não têm amigos e quando conseguem convidar alguém para ir a casa deles ficam imenso tempo a falar sobre isso?
Sabem aquelas familias que têm as casas sempre desarrumadas e só quando recebem visitas é que as arrumam?
Foi isso que aconteceu antes da chegada dele.

Vi na televisão uma missa onde o Papa estava presente, já não me lembro em que canal foi.
ahah era uma piada, dava sempre em TODOS os canais.
A certa altura focaram-no na missa e ele ia fechando os olhos.
Se até aborrece Sua Santidade, imaginem como não é aborrecido para um simples mortal como eu.
No fundo eu sei que ele estava cansado pelos dias que estava a ter, já eu, mesmo que durma uma semana não consigo ir a uma.

Foram gastos 500 mil euros em Fátima para preparar a visita do Papa e eu acho isso óptimo, mas pergunto-me quando é que ele vem cá a Massamá? Existem imensas estradas esburacadas e coisas que precisam de ser reparadas.
Admito que se use o argumento que não temos nenhum santuário aqui, mas temos um Shopping e se o Papa quer continuar a impressionar o povo português como tem feito, precisa de se vestir bem.

Isto, aliás, foi um dos pontos positivos da sua visita.
A imagem que os portugueses tinham dele mudou drasticamente e é a prova que nós tomamos sempre decisões sobre uma pessoa mesmo sem a conhecer melhor. Foi uma lição importante que todos aprendemos. Ainda assim, vou continuar a fazê-lo.

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Pseudo-Crónica #5 Estudo recente mostra que não houve estudos recentes!

Pseudo-Crónica #5 Estudo recente mostra que não houve estudos recentes!
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Eu gosto muito dos estudos que são feitos. Fiz uma pesquisa por estudos e deixem-me citar alguns dos mais recentes que li:
“Estudo universitário revela que expressão facial de Bento XVI é “consistente e verdadeira”
“As pessoas mestiças são vistas como sendo as mais atraentes, revelou um estudo feito pela Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha.”
“Estudo: 5 minutos em contato com a natureza melhoram saúde mental”
“Fé previne doença cardiovascular, afirma estudo americano”
“Estudo publicado na «Science» diz que os passarinhos balbuciam como bebés”

No entanto, o estudo mais recente e que é, desde já, o meu preferido é o seguinte:
“Segundo um estudo publicado, 10% dos jovens com menos de 25 anos acha normal escrever mensagens enquanto tem relações sexuais.”
Isto é preocupante. Não só o facto de se andar a fazer estudos sobre isto, mas também o facto de se enviar sms durante a consumação do sentimento.
Se isto fosse só de miúdos eu até compreendia (espera, acabei de dizer que compreendia que os miúdos enviem sms durante o sexo? A Sociedade está a evoluir demasiado rápido para a minha cabeça), mas pessoas com 19-23 anos?
-Hey bro, vamos para a faculdade estudar para quimica avançada?
-Não posso man, estou a fazer amor com a minha namorada.
-A sério? Vou mandar sms a ela para confirmar se estás mesmo!

-Hey miúda, o teu namorado está mesmo aí por cima de ti?
-Está sim. Mas como é que soubeste, foi ele que te disse?? tenho que lhe enviar uma sms também!

Lamento que isto aconteça, eu lembro-me na minha altura de puto que ninguém fazia sexo. Se alguém tivesse essa sorte, a última coisa que iria fazer era, durante o acto, ligar a outra coisa que não fosse à outra pessoa!

Ainda em relação aos estudos.
Eu a olhar pela janela da minha sala durante 10 minutos, consegui fazer os seguintes estudos:
-5 em cada 15 pessoas pararam no inicio da passadeira. As restantes abrandaram. 10 pessoas olharam para um dos lados apenas.
-Em 10 varandas, 2 não têm plantas.
-Com uma temperatura baixa, 3 em 4 miúdos andam de tshirt.
-Em cada 50 carros, nenhum parou totalmente no sinal STOP.

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Pseudo-Crónica #4 – Não sei dançar não!

Pseudo-Crónica #4 – Não sei dançar não!

O ídolos era um programa que entretia imenso e eu (apesar de ter alguma curiosidade de como iria ser) não estava com muitas esperanças para este programa novo, “Achas que Sabes Dançar”, mas decidi dar uma oportunidade. É óbvio que não tenho nada contra dança, tirando a azia proveniente da minha inaptidão para tal. No entanto e, como não podia deixar de ser, vi os dois primeiros programas. Acho que o manzarra foi uma boa escolha para apresentador, mas gostava de falar sobre o júri, que é composto por um bailarino/coréografo profissional, por uma professora de dança e, por último, como não podia deixar de ser…. um DJ/radialista. Que percebe tanto daquilo como eu de pesca de bacalhau.
A primeira cena foi aquela moça “forte” a dançar shakira e, na minha opinião, foi bastante interessante. Não, obviamente, pela dança em si porque isso foi catastrófico mas pela quantidade de clichés que saíram da boca do júri, que foi algo do género: “Olha, transpiras energia e tens imensa coragem. Foste fantástica. Mas como é óbvio não vais passar”.
A certa altura e por algum motivo, que me é desconhecido, o júri desatou a chorar. Eu defendo que nesta altura devia ter aparecido O Manel dos ídolos e dizer para o “líder” do júri:
“Então mas tu achas que podes ser um bom júri? És um azeiteiro. Choras mais que os concorrentes”.
(Curiosidade: A esta altura nesta pseudo-crónica, está a acontecer que a palavra júri já não me parece correcta e parece-me estúpida, por estar a usá-la demasiado.)
Na parte final do programa houve outra moça que caiu, à semelhança do que se passou nos Ídolos com o Abrunhosa. Começo a achar que a SIC monta estes programas mas na verdade o que interessa são as quedas.
Uma das coisas que mais me atormenta é o facto de não conseguir comentar o programa com ninguém de forma muito aprofundada. Quando cantam dá logo para ver quem é um cromo ou não. Quando dançam, eu não percebo nada daquilo, por isso tanto podem ter muito power (que é a nova catchfrase do programa, como aconteceu com o carisma e atjitjudi da Medina) como falta de técnica que para mim parece sempre que dançam razoavelmente bem.
Antes de acabar, gostava ainda de referir que acho importante que nos castings tenham passado várias pessoas com uma infância complicada e/ou problemas familiares. Não quero imaginar no que seria da televisão portuguesa se numa fase final de um programa destes, nenhum concorrente aparecesse com um drama qualquer escarrapachado na primeira página de uma revista Portuguesa.

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Pseudo-Crónica #3 – A 5 minutos do final do dia

Os meus pensamentos durante a semana foram os seguintes.
Segunda-Feira: Escrevi ontem o texto, vou descansar um bocado. Não vale a pena pensar agora no meu próximo texto. É só para domingo.
Terça-Feira: Foi o dia do jogo, não me ia meter a escrever nada.
Quarta-Feira: Para quê? É só no domingo!
Quinta-Feira: Saí de noite e de dia não me ia meter a escrever.
Sexta-Feira: Começa a pesar na consciência que tenho de fazer um texto para domingo, mas deixo para o fim de semana.
Sábado: Acordo tarde e saio à noite. Deixo para domingo.
Domingo: Adormeço e vou jogar futebol à tarde. Volto para casa e começo a pensar nisso.
Já devia ter feito e postado, mas ainda estou aqui metido nisto, o que me leva a uma questão que eu já a coloquei no blog mas ainda não aprofundei:
Porque raio deixamos sempre tudo para a última da hora?

Pode ser por causa da adrenalina que se sente. No entanto, não quero saltar duma ponte com um elástico a segurar-me e isso seria o expoente máximo de adrenalina.
Vamos por isso deixar de fora adrenalina.
Faço as coisas melhor com pressão? Não, odeio fazer qualquer coisa que seja com pressão.
Preguiça? Admito que em certas alturas sou meio preguiçoso. Mas isso resolve-se imediatamente com uma soneca.
Só resta mesmo uma hipótese, sou parvo.
Mas na verdade, acho que é uma caracteristica de ser português. Sorte a nossa hein?
Eu já procurei no google sobre isto e eles deram um conselho interessante:
“Antecipe o que tem de fazer”.
Boa.
Como é que nunca tinha pensado nisto antes?

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